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Entenda o fim dos boletos sem registro

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Entenda o fim dos boletos sem registro

Está confirmado, uma grande mudança vai ocorrer na forma como muitos clientes emitem seus boletos, pois até o final de 2016 o boleto sem registro como conhecemos deixará de existir.

Vamos explicar para você os detalhes da mudança:

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) emitiu um comunicado em 2015 apresentando uma Nova plataforma para emissão de boletos e informando que a partir de 01.06.15 a rede bancária deixaria de ofertar a modalidade sem registro para novos clientes, ou seja, os novos contratos de cobrança seriam feitos pela modalidade registrada (CR).

Com isso, os novos clientes passaram a obrigatoriamente enviar ao banco um registro contendo dados da pessoa cobrada (CPF/CNPJ, endereço, etc).

Quais são as vantagens do boleto com registro?

De acordo com a Febraban, as vantagens de utilizar os boletos CR são:

– Gestão da carteira (sabe quem pagou, o que pagou e quando pagou)
– Conciliação e relatórios de gestão
– Maior segurança e entrega eletrônica por meio do DDA – Débito Direto Autorizado
– Uso dos boletos como lastro em operações de crédito
– Maior comodidade, pois permite o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atualização do boleto no site do banco emissor

A Febraban informou ainda que a Nova Plataforma será inserida em etapas, conforme abaixo:

Junho de 2015 – Fim de oferta (pelos bancos) da cobrança sem registro para clientes novos
Agosto de 2015 – Início da operação da base centralizadora de benefícios
Dezembro de 2016 – Término da migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada
Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

Conforme a previsão acima, os bancos tem até Dezembro de 2016 para migrar toda a carteira de clientes para a nova modalidade.

Quais os impactos dessas mudanças?

  1. Financeiro: as cobranças sem registros custam aproximadamente R$3,00 e são cobradas após liquidação. Na cobrança CR (com registro) as cobranças ocorrem na inclusão, alteração e baixa do documento (independente de ser pago ou não). Na prática, o custo pode elevar em até 03 vezes em comparação com a emissão sem registro.
  2. Opção de encaminhar automaticamente para protesto: atualmente os títulos podem ser negativados automaticamente, porém, ao comparar com os custos de um protesto o valor é 10 vezes mais elevado.
  3. Centralização de informações: No momento em que todas as transações obedecerem a nova regra, a Febraban terá acesso aos dados pessoais e comerciais de todas as pessoas economicamente ativas, adimplentes e inadimplentes.

O que vai acontecer com os boletos sem registro?

Os bancos receberam orientação para descontinuarem as operações sem registro, porém, de acordo com comunicado da Febraban, após janeiro de 2017 “os boletos de cobrança oriundos de cobrança sem registro somente poderão ser recebidos pelo Banco Beneficiário (emissor)”.

Ou seja, os boletos obrigatoriamente deverão ser pagos ao banco emissor.

Impacto no E-Commerce:

Amplamente utilizado pelo e-commerce, o boleto sem registro é mais barato para quem emite. Por isso, antes de mesmo da Nova regra entrar em vigor já há um repúdio da categoria. “Metade dos títulos não é pago – então o comerciante pode ter um custo bancário sem necessariamente ter concretizado a venda”, manifesta a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Enquanto se prepara para a mudança, você pode buscar novas ferramentas para emitir a cobrança aos seus clientes, e calcular qual oferece maior custo-benefício ao seu negócio.

Para ler o comunicado oficial da Febraban sobre a mudança, clique aqui.

Elisa Bueno- Indiana Brush

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Analista de SEO | Empreendedora Digital por Indiana Brush

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